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Entidade não traga!

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  O Tabaco (Nicotiana Tabacum) é uma planta sagrada para diversos povos indígenas e utilizada em rituais religiosos há incontáveis séculos. Na Umbanda, aparece na forma de fumo para cachimbo, cigarro de palha e no absurdamente caro, charuto... Seja como for, é parte comum das ritualísticas de terreiro o uso desta planta através do fumo (que não deve ser tragado), pois não há necessidade de a fumaça entrar em contato com nossos pulmões, devendo ser mantida na boca e depois exalada. Nossos pulmões foram feitos para oxigênio, não para fumaça! As entidades sabem e respeitam isso, agora os médiuns, nem sempre... Mas, por que as entidades fumam? O fumo possui uma poderosa energia de limpeza, além de facilitar o transe mediúnico na medida em que relaxa o médium. Quando um preto-velho puxa a fumaça do cachimbo, por exemplo, extrai a energia contida na fumaça e a direciona para o seu próprio campo áurico ou a mantêm e a mistura com a energia do médium que, ao ser liberada através do sopro (...

Como cultuar os ancestrais?

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  A maioria das famílias lida muito mal com a morte. Basta o caixão descer à sepultura para, em seguida, o morto ser esquecido. Não é indiferença, é a dificuldade em lidar com a perda. Como é difícil lembrar, então, melhor esquecer... E é assim que a maioria dos desencarnados desaparece das rotinas familiares no espaço de poucos meses... No entanto, não precisa ser assim! Uma maneira de mantermos viva a lembrança dos que se foram é montarmos um pequeno “altar dos mortos”, que basicamente consiste num porta-retratos com a imagem (de preferência, uma imagem alegre), daquele que se foi. Podemos deixá-lo junto ao nosso altar religioso e quando orarmos, nos lembraremos daquela pessoa, endereçando a ela vibrações de paz e harmonia em sua nova jornada. Mas, atenção: o objetivo não é transformar o morto em santo nem o sobrecarregar com pedidos! Além do mais, em datas festivas, como o nascimento, por exemplo, pode-se preparar a comida preferida do falecido e levá-la ao túmulo ou deixar uma ...

Cuidado com o excesso de tolerância

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  Eu tive uma professora que dizia uma frase de muita sabedoria: o segredo da tolerância não é tolerar tudo, mas saber o que tolerar. E acho que ela tinha razão! Em minha jornada na Umbanda já encontrei pessoas difíceis de serem toleradas e hoje contarei a história de uma delas. Trata-se de uma senhora, infeliz e com o coração conturbado que, por algum tempo, trabalhou ao meu lado. Inicialmente, aproximou-se de mim pelo elogio: enaltecia-me, colocava-me nas alturas, chegava a me constranger. Como detesto bajulação, fui ignorando e esse ignorar se transformou numa certa mágoa: fui de anjo à diabo, rapidinho... Com o tempo, passou a falar mal de mim e das minhas entidades para outros médiuns e mesmo para a consulência. Quando soube, naturalmente, fiquei irritado. Fui me aconselhar com o Velho que me pedia paciência e tolerância, dizendo que esta senhora era um elo fraco na corrente e que através dela falavam os inimigos do trabalho. Respirei fundo e nunca lhe disse nada. Fingia que n...

Defesas espirituais de um terreiro

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Linha das Crianças

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Evangelho no Lar #6

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A crença não pode ser cega

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Encontrei essa imagem no Facebook e achei que daria uma ótima reflexão. Se você olhar fixamente para ela e fechar os olhos lentamente, observará que se formará um rosto, porém, desconfiado, você os abrirá e perceberá que são apenas utensílios domésticos que foram propositalmente postos de forma a enganar o nosso cérebro. Este fenômeno se chama Pareidolia (nosso cérebro buscando dar forma às coisas). É o mesmo fenômeno que ocorre quando olhamos demoradamente para as nuvens e passamos a ver cachorros e elefantes nelas, porém, a esta altura da vida, não podendo mais nos impressionar como quando crianças, facilmente percebemos que não há forma alguma nas nuvens, mas, mesmo assim, nosso cérebro criará alguma. Este fenômeno leva muitas pessoas no campo da espiritualidade ao engano. São pessoas que olham a forma como a vela queima e logo imaginam ver um rosto no pavio ou algum significado transcendente na cera derretida. É o mesmo fenômeno que faz – de tempos em tempos – alguém enxergar Jesus...