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A
princípio, poderíamos dizer, sem medo de errar, que vida privada e vida
religiosa não se misturam. Mas, isto não é bem verdade.
Não
somos seres bifásicos nem separados das situações ou dos acontecimentos: somos
um só, embora nos ajustemos, mais ou menos, aos ambientes e circunstâncias ao
nosso redor.
Assim,
poderíamos dizer que, no âmbito da vida privada, cada umbandista é livre para
viver como quiser, fazer o que quiser e – obviamente – receber o retorno de
suas ações...
Contudo,
vida privada e vida religiosa se misturam a partir de seu ponto mais óbvio: a
pessoa!
Como
eu posso ser alguém que, na vida privada, sente-se livre para viver como quiser
(e, muitas vezes, de forma destrutiva, para mim e para os demais) se, na vida
religiosa, tudo que sou causa impacto no trabalho que realizo?
Há
quem diga que isto é moralismo, mas para mim é simples relação de causa-efeito.
Sim:
a Umbanda nos dá liberdade para vivermos como quisermos, mas os guias nos
asseguram continuamente que tudo que fizermos, fora do terreiro, se refletirá
no que fazemos, dentro dele.
Causa
e efeito.
Leonardo
Montes

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